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Usos

O desafio essencial com este tempo verbal é saber quando se usa, aliás, quando se flexiona o verbo e quando não.

Um bom ponto de partida é que flexionamos o verbo quando o sujeito dele e o da oração principal são diferentes. Numa frase como “era bom falarmos”, os verbos ser e falar possuem cada um o seu respetivo sujeito. Neste sentido, há vários contextos propícios para a flexão do infinitivo:

  • Orações que começam por expressões sem um sujeito marcado (dado que o sujeito do infinitivo vai ser, sim, assinalado): era bom, é necessário, é conveniente...

É conveniente pensarmos bem de cada vez que queremos diabolizar o estrangeiro”.

  • Quando o infinitivo complementa o sentido de outro elemento prévio. Este pode ser um nome seguido de preposição: o facto de, a hipótese de, o gosto por, no caso de…

A tecnologia não lhes roubou a vontade de serem crianças”. A sequência “serem crianças” complementa o sentido de “a vontade de ”.

  • E também pode ser um adjetivo qualificativo, seguido ou não de preposição: fácil (de), bom (de), capaz (de)…

É tão bom sabermos quando é nossa hora de parar e refletir”.

Feito con eXeLearning (Nova ventá)