Quando alguém estuda os verbos em castelhano e chega ao Imperfeito do Conjuntivo, observa um quadro como este: Yo amara o amase /Tu amaras o amases…
Isto é assim porque em castelhano, a dada altura, as formas em -ara invadiram o espaço das formas em –asse, neutralizando os usos diferenciados. No que nos toca, devemos conservar o estádio de diferenciação. Uma super-dica vai-nos dizer como:
Quando as duas formas soarem bem ao ouvido, a forma a usar é -asse / -esse/ -isse:
Oxalá Chovesse
Oxalá Chovera
Quando só nos soar bem a forma acabada em -ara, -era, -ira será esta a que usaremos:
Quando o convidámos para comer ele já almoçara
Quando o convidámos para comer ele já almoçasse
No entanto, é importante notares que há uma frase já fixada historicamente que rompe esta constante: Quem me dera!.
Em Portugal e no Brasil as formas em –ara são próprias da língua escrita ou da culta, enquanto na oralidade espontânea são sentidas como preciosistas, sendo no seu lugar usada a forma composta:
Quando o convidámos para comer ele já tinha almoçado.
É bom saberes, por conseguinte, que o uso da forma simples na oralidade que é comum na Galiza pode provocar estranheza aos ouvidos de falantes do Brasil e de Portugal se forem desconhecedores desta nossa particularidade.
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